

"Sebastião foi muito mais do que um dos maiores fotógrafos de nosso tempo. Ao lado de sua companheira de vida, Lélia Deluiz Wanick Salgado, semeou esperança onde havia devastação e fez florescer a ideia de que a restauração ambiental é também um gesto profundo de amor pela humanidade. Sua lente revelou o mundo e suas contradições; sua vida, o poder da ação transformadora", diz o texto.




"Sua obra continuará sendo um clamor pela solidariedade. E o lembrete de que somos todos iguais em nossa diversidade", completou Lula.








Ele descreveu a cena: “Só se ouvia o murmúrio de 50 mil pessoas dentro de um imenso buraco. Conversas, sons humanos misturados ao trabalho. Era como se eu ouvisse o murmúrio do ouro na alma de todos ali”.


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